10 países que podem se tornar a próxima China - Mundo - EXAME.com
Uma preocupação a responder em minha dissertação é saber quem será a próxima China na Indústria de têxteis e vestuário.
Nesta lista dos dez possíveis estão: Bangladesh, Camboja, Índia, Indonésia, Malásia, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
Como promover ao Brasil as possibilidades de fazer frente ao avanço destas importações espúrias?
Contribuições: Profº Zé carlos - The economist (China)
Individuo Consciente
Refletir sobre temas que envolvam gestão ambiental e sustentabilidade.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Atentem para o consumo consciente!
Boa noite,
Caros estava lendo uma matéria falando sobre a grife espanhola Zara, que trágico, uma empresa prestigiada em vários salões quando o assunto é moda, praticando atentados aos nossos semelhantes, como pode uma grife em que se cobra altos preços, que justificam seu designer, arte e poder da sua "brand", todavia tristemente utilizando de justificativas TRISTES de possibilitar melhores preços, passa a usar de estratégia espúrias como terceirizar sua produção, não atentando para as contratadas, fazendo vista grossa, lembrando caso semelhante foi a Nike década passada, realizando o que alguns conhecem por dumping social.
Triste ler na matéria do blog coletivo verde a expressão sonho brasileiro como sinônimo do sonho americano, parece que repetimos ao "pé da letra" a mesma exploração que passam os brasileiros ao ir aos EUA, fazendo com os hermanos ao vir ao Brasil. Não pense que é somente prática de empresas estrangeiras temos empresas brasileiras a fazer práticas parecidas, leiam o caso da querida Marisa, de mulher pra mulher, leiam a matéria.
Se vocês acreditam que não é possível controlar toda o processo verticalizado sobre a cunha da firma, terceirize, mas com consciência impondo padrões e normas dentro dos participantes de sua cadeia, pois você possuirá a responsabilidade estrutural.
Infelizmente é triste saber desta maximização do consumo em que gerações crescem com a infecção do consumo em seu sangue, assim distúrbios como o fast fashion, didaticamente explicados no video história das coisas, ajudam a compreender o processo e demonstram como o artificial mundo que habitamos faz para ser mais competitivo, buscando incentivos custe o que custar, seja transferindo a fábrica para países que desrespeitam seus cidadãos os permitindo trabalhar em situações precárias, assim justifica-se roupas sendo consumidas no Brasil e sendo produzidas na ásia.
Melhorarei isto que escrevo, breve rascunho.
Fontes: A Liga; O Coletivo Verde; Folha; Guardian; Fashionbubbles
Caros estava lendo uma matéria falando sobre a grife espanhola Zara, que trágico, uma empresa prestigiada em vários salões quando o assunto é moda, praticando atentados aos nossos semelhantes, como pode uma grife em que se cobra altos preços, que justificam seu designer, arte e poder da sua "brand", todavia tristemente utilizando de justificativas TRISTES de possibilitar melhores preços, passa a usar de estratégia espúrias como terceirizar sua produção, não atentando para as contratadas, fazendo vista grossa, lembrando caso semelhante foi a Nike década passada, realizando o que alguns conhecem por dumping social.
Triste ler na matéria do blog coletivo verde a expressão sonho brasileiro como sinônimo do sonho americano, parece que repetimos ao "pé da letra" a mesma exploração que passam os brasileiros ao ir aos EUA, fazendo com os hermanos ao vir ao Brasil. Não pense que é somente prática de empresas estrangeiras temos empresas brasileiras a fazer práticas parecidas, leiam o caso da querida Marisa, de mulher pra mulher, leiam a matéria.
Se vocês acreditam que não é possível controlar toda o processo verticalizado sobre a cunha da firma, terceirize, mas com consciência impondo padrões e normas dentro dos participantes de sua cadeia, pois você possuirá a responsabilidade estrutural.
Infelizmente é triste saber desta maximização do consumo em que gerações crescem com a infecção do consumo em seu sangue, assim distúrbios como o fast fashion, didaticamente explicados no video história das coisas, ajudam a compreender o processo e demonstram como o artificial mundo que habitamos faz para ser mais competitivo, buscando incentivos custe o que custar, seja transferindo a fábrica para países que desrespeitam seus cidadãos os permitindo trabalhar em situações precárias, assim justifica-se roupas sendo consumidas no Brasil e sendo produzidas na ásia.
Melhorarei isto que escrevo, breve rascunho.
Fontes: A Liga; O Coletivo Verde; Folha; Guardian; Fashionbubbles
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